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4 de novembro de 2014

Permissão ou desculpas?



A positividade e a fé podem levar o homem a experimentar a realização de todos os seus sonhos e ideais. Todos vocês têm metas na vida e por isso, dizemos essas palavras. Quando estão positivos em si mesmos e convictos, que nada mais é do que ter e exercer a fé, os caminhos simplesmente se abrem.
Muitos dos humanos que agora vivem na crosta da Terra se queixam de suas vidas por não terem aquilo que desejam e por não usufruírem da vida que julgam merecer. Entretanto, nós, como energias não físicas que trabalham no arquitetar do que vocês chamam de matéria, compreendemos por que certas coisas não acontecem para muitos humanos.
 
Há sempre muito fluindo em vossa direção e isso não seria nenhum exagero de nossa parte, visto que sabem o quão grande e infinito é o Universo. Então, se podem ter conhecimento acerca da diversidade abundante que nele existe em união com a extensão do mesmo, podem, no mínimo considerar razoável o que falamos aqui.
 
Ao observarem uma estrela como o vosso Sol, por exemplo, terão, de uma forma muitíssimo reduzida, ideia do que é a grandeza do Universo. E se notam que todo ele é sustentado por uma energia que vocês simplesmente não podem ver, considerarão verdadeiro o que dizemos sobre o Bem que flui de forma maravilhosa e abundante em vossa direção.
 
Toda essa energia que mantém o Universo em funcionamento perfeito (é bom frisarmos o “perfeito” para que entendam que não há nada de errado ocorrendo em lugar algum, é apenas uma versão do Bem que vocês se negam a compreender ou que muitas vezes, não têm abertura para tal) está fluindo em direção a vocês e queremos que saibam que toda essa força é puramente positiva, no entanto, ao se aproximar de vossa realidade física é que o “contraste” de tudo se mostra.
 
Pois vocês adotaram inúmeras resistências e comportamentos que literalmente ofendem a pureza da energia não física que está fluindo no todo. E justamente as vossas resistências, ou como gostamos de chamar “desculpas”, embargam o mover poderoso do que vocês chamam de Deus. E uma vez que esse processo de fluxo é resistido, as manifestações tão lindas que almejam não podem acontecer. E até agora, os únicos atuantes sobre o atraso ou a não manifestação das coisas são vocês em seus contextos recheados de desculpas.
 
Vejam como isso parece irônico! O Universo, que em sua perfeição está mantendo todas as coisas num fluxo eterno sob incrível sustentação com base em leis que vocês jamais entenderiam no momento e direcionando o benefício desse mover a vocês da Terra, encontra a porta fechada e às vezes, entreaberta em vossa realidade.
 
E quando isso ocorre há um contraste enorme entre a vossa realidade pessoal e a realidade que ocorre no cosmos. Vocês poderiam olhar, pelas vossas janelas, o céu estrelado numa noite clara e contemplar a imensidão de estrelas, (e diga-se de passagem que o que veem é por demais pequeno diante do que não podem enxergar) e se questionar: Como é possível que haja tamanha abundância lá fora? Como é possível que o Universo consiga abrigar tanta riqueza enquanto eu, aqui na Terra, vivo uma realidade tão pequena e morna?
 
E quando vocês olham assim percebem que há algo errado! Mas não com o Universo e nem com vocês, mas com a forma como vibram. O que estão emitindo não permite a mesma abundância que existe lá se manifestar em vossa realidade. Entretanto, há muitos que conseguem criar e usufruir a riqueza e dizemos riqueza de tudo. Há muitos que se colocaram na vibração permissiva que concorda com esse mover abundante e todas elas estão recebendo o benefício do que vibram e da abertura que estão oferecendo ao todo.
 
Mas, ao invés de se perguntarem: Como eles fazem isso? Vocês reclamam, se debatem, inventam desculpas para justificar a realidade em que estão vivendo, como se ela fosse justificável diante das leis que operam no Universo. Vocês dizem a si mesmos: Minha vida é assim porque não tive a mesma sorte. Eu não tenho as coisas que eu quero porque vivo num país em que a desigualdade é algo enorme. Eu não sou uma pessoa realizada porque não nasci na cidade certa, não tive a família certa e nem as oportunidades certas para chegar onde gostaria.
 
E tudo isso, caros, não passa de desculpas. Nada disso é verdade. Não é a condição do vosso país que define a vossa condição. Não é a situação de sua família ou de sua cidade ou contexto de realidade que define quem vocês são e aonde chegarão. O que define isso é a vossa vibração individual, que está sendo captada e prontamente respondida na mesma equivalência.
 
O que está convidando o fracasso ou a vitória para vossas vidas é o vosso arbítrio, através de vossa energia e sinal enviado ao todo. O mesmo mover divino que ocorre na vida dos que desfrutam do melhor ocorre com todos vocês, o que muda é a abertura de cada um.
 
E resumiríamos assim: Os que não vivem de desculpas e de justificativas para seu próprio fracasso e insucesso são os que desfrutam e colhem os melhores frutos, pois ao invés de se desculparem estão trabalhando em prol de permitir o que querem, da forma que podem e que sabem. E os que estão colhendo os frutos da desigualdade social, do meio familiar e experimentando a morbidez de uma vida que simplesmente não muda são os que se mantém sob as suas próprias justificativas. Estão defendendo o próprio insucesso, estão apoiando com o arbítrio, a estagnação da realidade em que vivem.
 
E perguntamos: Quando irão parar com isso? Quando irão se voltar a favor do que vos promove? Não há nada de errado em vocês exceto no que estão vibrando! Não há nada que precisem mudar com exceção da vossa energia. Não há nada que precisem fazer além de se colocarem em outra, numa sintonia que possibilite as mudanças que almejam. Entretanto, terão que encarar a si mesmos e se transformar na forma como pensam, sentem, acreditam e agem.
 
Querem viver a vida que desejam e que sentem que é para vocês? Então, ousem modificar-se no sentido energético e vibracional. Parem de dar desculpas e de justificar o que vos mantém no insucesso e caminhem, virem o vosso barco no sentido da correnteza, virem vossas faculdades criadoras no sentido da manifestação. E qual é esse sentido? É a sensação de felicidade, que nada mais é do que a inteireza com quem são e a plenitude da natureza de Deus em vocês sendo sentida, crida e vivida, dia após dia, em pureza, alegria e honestidade. Gostamos disso!


Haja Luz! 

E por que não?

E por que não?

Incríveis estórias acontecem todos os dias... essa não parece fugir à regra!
Tá, na escola vocês eram uma dupla invejável de amigos. Ele e você. Vocês trocavam confidências, aprendiam juntos, ouviam música dividindo o fone do walkman, combinavam sobre a festa que a colega promoveria no fim da semana e estavam lá um pro outro acontecesse o que acontecesse. Valia até "salvar" a amiga das temíveis arguições de ciências! Vocês se encontravam e conversavam todos os dias, outros amigos até se enciumavam de tanta cumplicidade, mas era bom estar ali e vocês realmente eram uma dupla indestrutível!
Vocês vão crescendo e as coisas importantes da adolescência vão se transformando nos segredos de vocês. Um fala, o outro escuta. Um chora, o outro cuida. Um escorrega, o outro segura. Uma noite você não dorme por qualquer razão, mas no dia seguinte, entrega uma carta que dizia mais ou menos assim: "nesta noite, estou triste e por isso não consigo dormir, mas sinto-me feliz por ter você para quem posso escrever..." Você nem faz ideia, mas fica sabendo que a carta foi guardada ao longo de vinte e cinco anos como tesouro precioso, mesmo vocês nunca mais tendo se visto, mesmo depois de tantos anos sem um telefonema sequer, mas de alguma maneira, seu coração desejava feliz aniversário em todos os dias vinte e três de agosto; é... você nunca se esqueceu desta data... mas o feliz aniversário morria no silêncio da distância!
Algumas notícias de vez em quando, mas era só!
Muitos anos depois, vocês se encontram num dia difícil. Um abraço delicioso a recebe, junto com todas as suas estórias, suas dores, suas alegrias, seus casos. Um abraço que seu corpo reconhece e que parece estar esperando ao longo de todo esse tempo! E você nem desconfiava disso!
Novo encontro. Aquela companhia transforma qualquer cerveja na melhor cerveja do mundo! Você fala, o amigo lhe escuta pacientemente. Tudo parece igual. Ele a faz rir e a põe pra cima. Você se sente bem, está bem, esquece-se de que estava triste, de que estava furiosa. Isso lhe faz lembrar como era bom ter treze ou quatorze anos, que bastava falar com ele (mesmo que por cartinhas escritas de madrugada) e pronto, você sorria de novo!
Mas o inesperado acontece. Uma mão forte a segura pelos cabelos. Chance nenhuma de se esquivar, o beijo acontece e é forte e suave ao mesmo tempo, é doce, molhado e decidido.
Mil coisas na cabeça e, paradoxalmente, coisa nenhuma. Poderia ser uma vingança do destino? Uma piada de Deus? Uma dessas voltas que o tempo faz, trazendo a amizade e a cumplicidade de 1989 de volta? Poderia ser qualquer coisa... o que fazer? Interromper? Deixar acontecer? Distanciar? Nunca mais ver?
A pérola nasce da ferida da ostra, um dos mais belos exemplos de autocura da natureza, sem sombra de dúvida! Então, despeça-se do passado, por mais difícil que isso possa ser muitas vezes, por mais dor que você possa sentir. Algumas perdas são necessárias, mas é preciso substituir os rancores pela alegria, transformar a dor em flor, o escuro da noite no brilho do sol. Permita-se novos sentimentos, novas emoções porque absolutamente todos temos necessidades de carinho, de amor e de ternura. Uma briguinha de vez em quando também faz bem, reafirma as personalidades, não permitindo que se misturem demais. Mas briguinha educada, com respeito e sem gritos, hein! Abra seus braços, perca-se num abraço e fique lá o máximo de tempo que puder!
Chegue cedinho, dê um "bom dia" que faça o outro se sentir querido, especial e dê um "boa noite" gostoso, que embale bons sonhos. Elejam um dia na semana para almoçarem juntos.
Para que se tenha "a sorte de um amor tranquilo", tem que perder o fôlego de vez em quando, que suspirar fundo em pleno expediente de quarta-feira!
Confiança. entrega e permissão, esses são os ingredientes básicos para que a mágica aconteça!

A negação das emoções!

Já falamos que sentimento é algo abstrato e que as emoções são a corporificação dos sentimentos, ou seja, é através delas que os sentimentos tomam forma. A palavra emoção deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa “fora” e movere significa movimento, portanto, ao se falar de emoções está-se referindo ao movimento para fora do que se sente, do que está dentro de si.
Desde os primeiros momentos de vida, a criança recebe a mensagem de que deve negar suas emoções. Ela chora e imediatamente sua mãe diz “não chore, não chore.” Conforme cresce, o aprendizado da negação continua. “Engole esse choro já”; “Você não deve ter raiva de ninguém”; “Nunca mais diga isso”, quando a criança expressa, por exemplo, seu rancor pelo irmãozinho que quebrou seu brinquedo. Dizer então que deseja o mal de outro nem pensar, além da proibição junto vem a punição. Depois ainda completam: “Você mereceu o castigo.”
Até hoje, pleno século XXI o reprimir as emoções é cultivado, inclusive com o apoio dos meios científicos e intelectuais, que deveriam, ou melhor, que têm a obrigação de entender esse processo. Negar não gera o deixar de existir.

As emoções existem e ponto! Elas surgem sem nenhum controle ou comando e a tentativa de impedi-las de se manifestar, aí sim, gera graves consequências. É preciso “por para fora”; “movimentar para fora”. É aqui, exatamente nesse ponto que se pode atuar. Em vez da repressão e afirmação insistente de que não se pode ter emoções negativas, a forma de manifestar essas emoções é que deve ser ensinada, trabalhada. É preciso aprender a canalizar construtivamente as emoções!
Não há comando consciente do sentir, mas há a consciência da manifestação do sentir. As emoções surgem conforme se recebe estímulos, desafiando então o famoso jargão “conheça-se a si mesmo”. Muitas vezes as emoções manifestas não estão expressando os verdadeiros sentimentos que estão dando origem a essas emoções. Por exemplo: grande parte de manifestações de raiva estão escondendo sentimentos de insegurança, ameaça, medo.
Questionada porque foi tão agressiva com seu marido a ponto de atacá-lo fisicamente, ela declarou ter se sentido muito ameaçada quando ele lhe disse que precisariam ter uma conversa muito séria. Achou que ele iria lhe comunicar o desejo de separar-se. Após acalmado os ânimos, ela soube que o assunto era o venderem o apartamento para comprarem uma casa.
O constante estado de insegurança de uma pessoa alimenta temores incalculáveis e qualquer situação pode desencadear reações geradas por emoções despropositadas.
Em terapia, há um tempo dedicado ao exercício da identificação das verdadeiras motivações das emoções manifestadas. O identificar o que de fato se esta sentindo frente às situações que se está vivendo.
Quando isso começa a acontecer, o autojulgamento diminui, ocorre uma maior compreensão do que se está sentindo e torna-se possível o administrar a manifestação dessas emoções. Pode-se dizer: “Minha vontade é torcer seu pescoço”. Vejam, esta expressando o que sente, não esta fazendo o que surgiu intensamente dentro de si. Em Inteligência Emocional isso faz parte da autogestão: o como se lidam com as emoções, principalmente as negativas.
Dedicar a atenção ao ensinar as crianças a manifestarem suas emoções, quaisquer que sejam irá garantir um mundo muito melhor quando isso se expandir e eles se tornarem adultos. Negar as emoções é uma atitude infantil e inútil.
Desligar-se dos conceitos de erro e pecado ajudam muito a descobrir seus verdadeiros sentimentos e suas manifestações: as emoções!

Por que é tão difícil a prática do desapego?

Por que é tão difícil a prática do desapego?Podemos algumas vezes deixar de fazer planos, traçar metas pessoais e individuais em detrimento do outro, porém, com o tempo e o amadurecimento peculiar de cada fase da vida, vamos percebendo que cada “escolha” que fazemos , vai de alguma maneira, delineando a história que iremos escrever para o nosso futuro. 
São as escolhas que fazemos no decorrer de nossas vidas que irão determinar nossas posturas perante os relacionamentos, sejam eles, afetivos ou profissionais. Podemos ocasionalmente, fazer uma escolha errada, especialmente, quando desejamos de alguma forma, manipular o sentimento do outro, controlando-o, impedindo-o de ser tão livre quanto deveríamos ser.
Passamos a vida montando expectativas, esperando que o outro nos acolha, nos ame, nos elogie, nos dê carinho ou atenção. Esperamos demasiadamente o amor do outro, até compreender que, na verdade, o amor sempre esteve ali, muito mais perto do que podíamos supor e, sendo assim, podemos de posse deste conhecimento efetuar mudanças significativas em nossas vidas.
Paulo Coelho, famoso Escritor Brasileiro, comenta em um de seus livros: “Quando se ama, não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós”. Acredito que o processo seja o mesmo com relação ao desapego.

Mais amadurecidos, vamos percebendo que “o outro” nunca irá mudar sua maneira de ser em razão de uma ilusão criada por nós próprios.
Percebemos que a tão famosa “felicidade” não está no outro, não está no amor que muitas vezes, acabamos mendigando de forma deliberada, mas sim, no processo do “autoamor” – aquele que vamos construindo dentro de nós, passo a passo, tijolo a tijolo, através da prática do desapego, substituindo velhas crenças por novas maneiras de ver e sentir, vivenciando o processo de autoconhecimento e, automaticamente, restabelecendo uma autoestima elevada.

O poder de assumir sua própria vida, eximindo da responsabilidade aquele que supúnhamos ser o responsável pelo nosso sucesso ou insucesso não é tarefa das mais fáceis, porém, sempre recompensado pelo retorno gratificante da nossa libertação interior, do nosso desejo intrínseco de nos tornarmos novamente inteiros e únicos, sem corrermos o risco de novamente nos misturarmos à essência daquele que acreditávamos de forma errônea, ser nossa extensão.

De alguma forma, todo este processo de desapego nos propicia uma volta ao aconchego do lar, àquele que jamais deveríamos ter abandonado em detrimento do outro, pois quem somos nós se não cultivarmos nossa própria essência? Estaremos fadados a viver num deserto árido, onde a chuva o vento não fazendo parte do cenário, nos colocariam apenas como meros sobreviventes e, não autores da própria historia.

Nosso CORAÇÃO precisa de AJUDA!

Já parou para pensar por que nosso coração está associado a pesos, dores profundas, desilusões? Por que é ele que representa o ressentimento e a mágoa? 

Nosso coração é o órgão físico representante da nossa vida emocional. 
É nele que tendemos a guardar as pessoas que amamos ou não. Nele está o equilíbrio entre o apego e o amor incondicional. Nele está a resposta do por que precisamos ter 100 pares de sapatos... Ou seja, ter em vez de ser... Nele está a solução de termos baixa estima, de não estarmos satisfeitos com a nossa vida e buscarmos então preencher ela com comida, com vícios como cigarro, bebida, drogas, jogos, apego as pessoas... O acúmulo de sentimentos, lembranças e até mesmo pessoas que você de alguma forma se ressente, gera tanta infelicidade, tanto sentimento de vazio no peito, medos, de tristeza, de ser menos, depressãoconflitos...

Precisamos aprender a soltar, a desapegar, a perdoar ou pedir perdão! São atitudes necessárias para deixar o coração mais leve, mais em paz consigo mesmo e com os outros...

Para que precisamos olhar para dentro do nosso coração?
Para cumprir nossos Acordos Espirituais é preciso paz em nossos corações. O coração em paz não busca a guerra: tanto consigo mesmo quanto com tudo e todos ao seu redor.
percebo que o estrago nesses assuntos do coração é muito grande!
- Frustrações pelas pessoas não nos amarem como gostaríamos;
- Decepção por não se sentir bem consigo mesma;
- Vergonha de ter hábitos que nem sempre são benéficos para a pessoa em si;
- Uma tristeza tão profunda, que vem da alma...

São tantas as possibilidades que todas desembocam em um estado de DESCONTENTAMENTO consigo mesmo que é externado para as pessoas ao nosso redor, descontado no cônjuge, nos filhos, nos pais, no trabalho, no seu corpo físico...

Já parou para pensar qual o preço que pagamos por não estarmos percebendo o que estamos fazendo conosco?
Atraímos as situações para perto de nós conforme os aprendizados que temos.
Qual o aprendizado de uma pessoa com esse perfil?
O que ela precisa aprender para então se libertar desses sentimentos que intoxicam a sua vida fortemente?
ELA PRECISA APRENDER A SE AMAR!
Então, FAXINA no coração para colocar para fora projeções, atitudes de depender dos outros, tristezas, mágoas, raiva, depressão, sentimento de vazio e solidão!

Como?
Te desafio a começar a semana priorizando a si mesma. Toda a vez que você quiser olhar mais para o outro (filhos, cônjuge, amigos...), se preocupar com o outro, VOCÊ LEMBRAR que o foco deve estar em você!

Que tal um teminha de casa? 
Todos os dias, fazer alguma coisa para se agradar? Que mostre que você esteja cuidando de você?

Exemplos: tomar um café na padaria, caminhar, dançar, ler um livro, fazer um curso, ir no cinema, dormir um pouco mais, cozinhar uma receita nova, conhecer novas pessoas, fazer novos amigos, ir à lugares diferentes, aprender a tocar violão, pintar...

O que vão dizer te controla?

O que vão dizer te controla?
Todos nós aprendemos desde muito pequenos que o amor vem do exterior. E claro, quando crianças, a mamãe e o papai são a luz de nossos olhos, porém, quando crescemos, essa tendência a esperar o amor, o cuidado e a atenção de fora seguem conosco e continua também o fato de buscarmos constantemente aprovação no exterior. 

Nós acreditamos que precisamos desse reconhecimento e sentimos que aquilo que somos, o que valemos, está de acordo com o quanto nos reconhecem. 
Estamos sempre nos modificando e nos moldando externamente para obter isso. E o que acontece ao final? Perdemos a conexão com a nossa essência, desconectamo-nos de nós mesmos, perdemos esse contato com o lugar interno que tínhamos quando crianças, onde vivíamos seguros, alegres, espontâneos, no momento presente, em paz completa, sendo.

Esse lugar não sumiu, ele continua aqui, esperando que voltemos para casa. Nós sentimos falta da sua presença, sentimos que se perdeu, mas ele está aqui. Tentamos preencher de mil formas esse espaço que percebemos como vazio, mas que continua, simples e inocentemente, aqui. Só precisamos nos lembrar de como nos conectar novamente. 
São muitas as pessoas que se aproximam de mim justamente para se lembrar disso, para voltar para casa e preencher essa casa interna de amor incondicional por si mesmos e para poder compartilhar esse amor abundante com todos.


A forma como vivemos é tão difícil, tão cheia de controle, que nada flui, nada se baseia no amor, não confiamos nem mesmo em nós próprios e estamos sempre buscando obter o amor dos outros, de qualquer maneira. Tudo é contratual. Isso é difícil!

Mas então, como podemos transformar isso? Transformando a nós mesmos. Transformando a si mesmo em amor e confiando em si, movendo-se no mundo a partir de um lugar de conexão, com o amor interno e com a segurança.

Já sabe o que acontece em seguida? O mundo externo muda como por milagre. O mundo externo agora me reflete o que estou sendo, reflete-me essa confiança em mim mesmo, em cada momento.

E, então, se estou ancorado em mim, tudo muda e eu consigo fluir com o todo estando dentro desse centro interno, desse espaço de amor consciência.

Tudo ao seu redor se transforma, de forma permanente, em amor evoluindo. Você se liberta de todos os julgamentos e se torna livre. Isso é liberdade: não precisar de aprovação, mas não precisar de verdade, de um lugar profundo no seu coração.


Essa não é uma ideia que diz: “Não me importa nada dos demais, não me importa sequer o que vão pensar”. Não é uma ideia que o encerra, fecha-o e o isola; é a experiência do seu coração, e longe de não se importar com o externo, você se transforma na realidade em alguém que se importa muito mais porque pode dar sem esperar nada em troca, pode fluir e ser abundante sem se limitar por seus medos e inseguranças.

Imagine um mundo onde as máscaras que disfarçam as inseguranças internas desaparecem, onde o rumo estivesse sendo escolhido por seres humanos que vivem dentro de si, conectados com seu coração e com tudo ao redor. Criaríamos, cada um, um mundo em paz, alegria, abundância, amor e liberdade.

Isso é o que eu queria compartilhar hoje com vocês.

Liberdade do coração


A vida é simples para quem sabe viver.
As relações são igualmente simples, para quem apenas se entrega.
Claro, nunca estamos livres da lágrima ou de alguma tristeza, alguma dor, um tombo, uma decepção,
Mas tudo isso nos faz crescer, nos torna mais fortes, mais capazes de enfrentarmos as adversidades.
Se ele te fez chorar, então chore, mas não pra sempre!
Se ela te causou feridas, trate de cicatrizá-las, você ainda tem muito o que viver e ser feliz.

Um dia você toma coragem,
Desfaz o nó que te prende ao sofrimento, ao deserto ao qual você sempre volta.
Nesse dia, nesse exato momento, você começa a sentir no rosto os ventos da verdadeira liberdade.
Liberdade de ser,
Liberdade de ir e vir,
De ficar ou de partir.

Liberdade de dizer "eu te amo" com toda a verdade do seu coração.
Liberdade de ouvir "eu te amo" e não se sentir ameaçado por isso.
Liberdade de ter alguém que te cuide com carinho,
Que respeite seu jeito,
Que ria das suas piadas.
Liberdade para largar o tênis no chão da sala
e só recolhê-lo de lá na manhã seguinte.
Liberdade pra escolher,
Liberdade para amar e ser amado,
Liberdade para amar sem disputas,
Liberdade para amar sem pagar caro por um suposto amor de recompensas.

Quando você for realmente livre,
Permita-se sentir saudade,
Faça surpresas,
Seja criativo,
Peça desculpas,
Não deixe que os seus erros o condenem à eterna sombra da tristeza e da amargura.
Arrisque-se,
Voe cada vez mais alto,
Sonhe!
Sonhe junto e sonhe só,
Mas sonhe!
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Seja!
Seja amor,
Faça amor,
Viva amor!
Sorria!
Dê bom dia,
Compre mais e mais flores,
Caminhe,
É em frente que a estrada da vida segue!
Seja livre e seja feliz!

POR QUE você quer SER FELIZ?





Por que buscamos a felicidade?

Parece óbvia a resposta, mas, será que estamos buscando ela por motivos nossos, ou pelas respostas prontas que desde pequenos escutamos?
Por que você quer ser feliz?
Por que você acha que a felicidade vai resolver todos os seus problemas?
Por quê?
Pensa...

Felicidade não é a ausência de conflito é a habilidade de saber lidar com ele.
Acreditamos que quando seremos felizes não teremos mais problemas... 
Não é bem assim, o desafio está em justamente com amor saber lidar com tudo o que a vida nos coloca diariamente.

A felicidade é uma proposta de vida que nos mostra que uma pessoa feliz não tem o melhor de tudo, mas torna tudo melhor...
Nem sempre agimos assim, isso para não dizer praticamente NÃO agimos assim...
Saber transformar uma dor em aprendizado é uma habilidade... Algo a ser treinado e aprimorado por todos nós ao longo da nossa caminhada terrena...
Se está depressivo, buscar a origem dele e, principalmente, o que quer ensinar.
Se não suporta a sogra... Entender por que motivo ela está na sua vida.
Se não aguenta mais aqueeeele chefe? Parar para refletir sobre o real motivo de você trabalhar nesse local...

Não adianta se preocupar...
Preocupação não é amor, pois quem ama sabe soltar.
Então solte as pessoas ao seu redor. É preciso amar e aceitar os outros como eles são...
Aprender a aceitar a vida e seus desafios diários é fundamental para quem quer encontrar no caminho de crescimento pessoal paz interior.

Mas, e se eu não quiser saber de nada disso?
O que acontece quando decidimos não compreender a vida
Não queremos ser gentis com o processo de libertação dos nossos karmas?
Eles retornam... Mais forte... Mais forte... Mais forte... E... Mais forte... Tudo isso para quê? Para você sair do piloto automático e cumprir seus Acordos Espirituais.
Ninguém pode fazer por você o que você mesmo combinou vir fazer aqui na Terra. A felicidade aparece quando aceitamos isso, equilibramos nossos desafios e conduzimos nossa vida sem expectativas em relação as pessoas, as situações e sim, vivemos o dia de hoje o melhor possível.